terça-feira, 27 de abril de 2010

Semana de Oração na IgBaPi

Em Mateus 6.6, Jesus disse "Quando orares...". Portanto, orar é algo que se espera de um cristão! Uma prática que para aqueles nascidos de novo deve ser tão natural quanto respirar!
Você já orou hoje?

Esta semana a IgBaPi está envolvida na segunda Semana de Oração. Venha orar com a gente, de 12h-13h30, até sexta feira.

Não pode durante o dia? Então venha das 19h às 20h00.

E na sexta, teremos uma vigília, iniciando às 22h00... e um pernoite na igreja organizado pela Mocidade!

Participe!

terça-feira, 9 de março de 2010

REAÇÕES

"...olharão para aquele a quem traspassaram;"

(Zacarias 12.10)


 

Na última semana, um cantor britânico esquecido pela mídia decidiu fazer polêmica através de declarações sobre a vida sexual de Jesus Cristo e assim voltar aos noticiários. Sempre que alguma "celebridade" faz comentários sobre Jesus os jornais publicam e as pessoas leem atentamente. Na verdade, isso é a prova de que é praticamente impossível ficar indiferente diante da pessoa de Cristo.

Como profetizado por Zacarias, o "profeta messiânico", uma verdadeira multidão esteve presente ao espetáculo macabro da crucificação. De forma interessante, os escritores dos evangelhos se interessaram pelas diferentes reações das pessoas. Os soldados o consideraram como alguém insignificante, um criminoso a mais, uma tarefa "simples": crucificar. E, vendo que Ele tinha um único pertence, uma túnica, se puseram a disputar quem seria o novo dono.

Aqueles que passavam balançavam suas cabeças, blasfemando, considerando Jesus um impostor, que merecia estar ali pelas suas idéias.

Os mestres da lei, satisfeitos com a aparente vitória, riam, zombavam, exigiam um milagre final para que eles pudessem crer.

Havia aqueles que choravam, com pena daquele inocente crucificado.

Hoje, Jesus também é observado e julgado de acordo com as convicções de cada um. Dependendo do observador, Jesus Cristo pode ser um revolucionário, um mestre de moral, um espírito iluminado, um filósofo, um homem compassivo. Cada uma dessas visões atende aos interesses de algum grupo.

Mas a chave para a compreensão da crucificação está na profecia de Zacarias: quem traspassou Jesus? Nós. Não foi uma decisão das autoridades, uma conspiração contra Jesus. Na verdade, pelos nossos pecados é que Ele foi moído (Isaías 53.8). Através desse sacrifício, Aquele que nunca cometeu pecado recebeu toda a carga do nosso pecado para que assim pudéssemos ser declarados justos diante de Deus, pela fé (2 Coríntios 5.21).

Nossa reação deve ser como a do centurião que comandava a cena: ao ver o modo como Jesus enfrentou Sua morte, e o que Ele disse na cruz, ele concluiu: "Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus" (Marcos 15.39).

Qual sua reação diante da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo?

segunda-feira, 1 de março de 2010

PARA A GLÓRIA DO SENHOR


 

"Acaso é tempo de vocês morarem em casas de fino acabamento, enquanto a Minha casa continua destruída? " (Ageu 1.4)


 

Após setenta anos de cativeiro na Babilônia, os judeus foram enviados de volta a Jerusalém, por ordem do rei Ciro, no ano 536 a.C. Assim que chegaram lá, começaram a oferecer sacrifícios a Deus, agradecendo a pela Sua grande fidelidade. Afinal, os setenta anos eram o cumprimento da profecia de Daniel. Também começaram a construir um templo, erguer os muros da cidade e reconstruir suas casas. Passados 16 anos, as moradias do povo estavam prontas, mas o templo continuava ainda nos alicerces. Por essa razão, Deus envia uma mensagem que se torna o livro escrito pelo profeta Ageu.

É possível observar o comportamento daqueles israelitas dos tempos de Ageu e condená-los rapidamente. Afinal, que gratidão a Deus era essa de um povo que estava exilado e, que após tão pouco tempo do retorno a Jerusalém já tinham se esquecido de Deus? O templo ainda no chão e todos morando confortavelmente ao redor?

Essa é uma tendência perigosa também para os cristãos do século XXI: o envolvimento com a vida. Aqueles homens e mulheres não estavam fazendo nada pecaminoso: trabalhavam, construíam suas casas e cuidavam de suas famílias, ou seja, coisas agradáveis aos olhos de Deus. Do mesmo modo que os cristãos de hoje.

Por outro lado, o envolvimento com as preocupações do dia-a-dia, com o trabalho, com tudo aquilo que precisa de nossa atenção pode trazer conseqüências graves. Esquecemos que tudo que possuímos não é derivado do nosso esforço, mas é graça de Deus. Passamos a achar que Deus nos deve Sua bondade e nos esquecemos de agradecê-lO. Esquecemos que fomos criados com o objetivo de glorificar a Deus através da nossa vida.

O resultado de tudo isso? Oramos pouco, pregamos menos ainda, vamos à igreja como um mero compromisso dominical, estamos cansados demais para ir à escola dominical, dízimos e ofertas negligenciados, vida devocional fraca, vida sem Bíblia e sem testemunho. Trabalhamos sem parar, vivemos nossas vidas e a obra de Deus fica abandonada.

Que espaço a obra de Deus tem ocupado em sua vida? É justo que o Autor da vida, o Deus misericordioso que lhe concede todas as coisas fique apenas com as migalhas do seu tempo, dos seus talentos e dos seus recursos?

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Viagem Missionária

Pela segunda vez nesse ano (e a quarta no geral) a Igreja Batista Pinheirópolis está em viagem missionária até Boa Esperança (PB).

O ônibus saiu agora há pouco.

27 irmãos estão indo levar a mensagem salvadora do Evangelho.

Não pôde ir dessa vez?

Com certeza você pode orar por eles e pelas pessoas que vão ouvir!

"A fé vem pelo ouvir, e ouvir a palavra de Deus" (Romanos 10.17)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Vergonha


"Naquele dia, não te envergonharás de nenhuma das tuas obras ..."
Sofonias 3.11

 
O pregador David Martyn Lloyd-Jones escreveu: "Meu amigo, você já fez isso? Já olhou para si mesmo? Já pensou se todas as suas ações durante o ano que passou fossem colocadas no papel? E se tivesse mantido um registro de todos os seus pensamentos e desejos, suas ambições e imaginações? Você permitiria que isso fosse publicado sob seu nome? O que você é hoje em comparação com o que foi no passado? Olhe para suas mãos — estão limpas? E os seus lábios — são puros? Olhe para seus pés — onde eles pisaram, que caminho percorreram?"
Estamos sempre cometendo coisas de que nos envergonhamos tempos depois. Escolhas erradas nos levam à confusão e problemas nos relacionamentos. Ainda que busquemos uma explicação para justificar o que fizemos, nossa consciência frequentemente nos acusa por termos sido maus, pouco nos importando com o próximo.
As filosofias do mundo propõem geralmente duas soluções para esses conflitos. Uma delas diz que "você deve aceitar que é assim mesmo, é da sua natureza, é algo que não se pode lutar contra e combater isso só trará mais infelicidade. Portanto, pare de tentar se adaptar ao mundo e tente fazer o mundo se adaptar a você".
A outra proposta faz com que os homens procurem religiões vazias, formas de "domesticar" a natureza humana, através de uma série de proibições e rituais. Isso parece funcionar por algum tempo, mas depois essas proibições se tornam insustentáveis e as pessoas voltam a praticar o que faziam antes, indo para um estado igual – ou pior – ao que estavam antes.
Não é essa a promessa de Jesus Cristo. Não apenas ajustar algumas coisas que não estão bem. Somos chamados para nos tornarmos novas criaturas, nascidas de novo. A Bíblia afirma que, tal qual o oleiro, Deus quer nos quebrar e nos fazer vasos novos para glorificá-lO. Os caminhos por onde passamos, os pensamentos ruins que tivemos, palavras impensadas que trouxeram dor, nossas ações motivadas pelo egoísmo, nosso passado de culpa – tudo isso é transformado para que um novo edifício – um templo do Espírito Santo seja construído em seu lugar.
Em Cristo, não há mais de que se envergonhar. Todas as cargas e culpas trazidas até Ele são apagadas e esquecidas e passamos a caminhar em direção ao céu.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Soberania

A presença do Senhor é infinita; seu brilho, insuportável; sua majestade, terrível; seu domínio, ilimitado; sua soberania, incontestável.
Matthew Henry